The Other Side
Cadu Barzotto, 15 invernos
“Sopa é um projeto de lei que visa a introduzir medidas inéditas e ferozes para conter a difusão de material digital pirata. “

futilidadesounao:

goomba-smasher:



Contra pirataria o caralho. O governo tá é revoltadinho porque a internet possibilitou um monte de gente ter acesso à todas as informações sujas de todo o tipo de corrupção que acontece lá sem ninguém estar olhando, e estão usando a pirataria como desculpa para nos impor uma lei que acaba de vez com a nossa liberdade de expressão.

^ THIS. Porque o Governo prefere foder com a vida de todo mundo (literalmente) do que agir honestamente. 

Posted on Jan 18th (7:26pm), 4 months ago
Só leia.

robertaaneves:

muito lindo *—*

Chorei muito cara x-x

Posted on Jan 7th (9:42pm), 4 months ago

Posted on Dec 17th (11:20pm), 5 months ago
É, eu olho para trás e vejo que já se foram alguns anos. Eu lembro de ser ainda um meninho ingênuo que achava que o mundo era um conto de fadas e que, não importa o que acontecesse, tudo ficaria certo. Lembro de que quando te conheci, tu já eras mais madura que eu -Dizem que é coisa de menina, né?-. Aos poucos, o menino no mundo dos sonhos foi crescendo e finalmente amadurecendo ao teu nível, ou talvez até um pouco mais, hehe. Dentre muitas palavras complicadas e muito textos significativos, eu fui descobrindo sentimentos… Os seus sentimentos. Um pouco complexos de enteder, mas não impossíveis. Até durante as nossas brigas eu sentia que o nosso sentimento de amizade crescia. E agora, eu olho para trás e não me arrependo de nada… Brigas, sorrisos, conversas na webcam… Tudo isso nos tornou o que somos hoje: Dois adolescentes com o sonho de, talvez um dia, transformar-se em grandes escritores, mas que, acima de tudo, se amam no mais puro dos sentimentos chamado de amizade. Podem parecer palavras fúteis e soltas, ou talvez até sem sentido, mas são do fundo do meu coração, para uma das minhas melhores amigas do mundo inteiro. De (Cadu Barzotto) para (Letícia Loureiro)

É, eu olho para trás e vejo que já se foram alguns anos. Eu lembro de ser ainda um meninho ingênuo que achava que o mundo era um conto de fadas e que, não importa o que acontecesse, tudo ficaria certo. Lembro de que quando te conheci, tu já eras mais madura que eu -Dizem que é coisa de menina, né?-. Aos poucos, o menino no mundo dos sonhos foi crescendo e finalmente amadurecendo ao teu nível, ou talvez até um pouco mais, hehe. Dentre muitas palavras complicadas e muito textos significativos, eu fui descobrindo sentimentos… Os seus sentimentos. Um pouco complexos de enteder, mas não impossíveis. Até durante as nossas brigas eu sentia que o nosso sentimento de amizade crescia. E agora, eu olho para trás e não me arrependo de nada… Brigas, sorrisos, conversas na webcam… Tudo isso nos tornou o que somos hoje: Dois adolescentes com o sonho de, talvez um dia, transformar-se em grandes escritores, mas que, acima de tudo, se amam no mais puro dos sentimentos chamado de amizade. Podem parecer palavras fúteis e soltas, ou talvez até sem sentido, mas são do fundo do meu coração, para uma das minhas melhores amigas do mundo inteiro. De (Cadu Barzotto) para (Letícia Loureiro)

Olhos ansiosos varriam aquela carta pela terceira vez, ainda sem acreditar no que viam. Mãos tremiam, lábios eram mordidos e o coração tremia e acelerava. Lendo uma simples carta, ela se sentiu como se estivesse voando. Um sorriso começava a brotar do rosto dela enquanto a menina finalmente entendia… Uma simples carta, feita de forma tão delicada que deve ter demorado dezenas de minutos estava destinada a ela. Um pedaço de papel que tinha-lhe feio sentir diversas emoções: Felicidade, tristeza, confusão e novamente felicidade. Ao lado daquele lindo sorriso em seu rosto, era possível ver os trajetos feios por diversas lágrimas em seu rosto, que caíram em seu colo e na carta. Ora, a reação é comum, ela pensou. Afinal, aquele “pedaço de papel” não era um qualquer, era uma carta de amor daquele menino que ela observava todo dia, daquele menino que disse que seria eternamente dela, que se juntaria a ela em todos os dias de sua vida, até que a morte os separe. (Cadu Barzotto)

Olhos ansiosos varriam aquela carta pela terceira vez, ainda sem acreditar no que viam. Mãos tremiam, lábios eram mordidos e o coração tremia e acelerava. Lendo uma simples carta, ela se sentiu como se estivesse voando. Um sorriso começava a brotar do rosto dela enquanto a menina finalmente entendia… Uma simples carta, feita de forma tão delicada que deve ter demorado dezenas de minutos estava destinada a ela. Um pedaço de papel que tinha-lhe feio sentir diversas emoções: Felicidade, tristeza, confusão e novamente felicidade. Ao lado daquele lindo sorriso em seu rosto, era possível ver os trajetos feios por diversas lágrimas em seu rosto, que caíram em seu colo e na carta. Ora, a reação é comum, ela pensou. Afinal, aquele “pedaço de papel” não era um qualquer, era uma carta de amor daquele menino que ela observava todo dia, daquele menino que disse que seria eternamente dela, que se juntaria a ela em todos os dias de sua vida, até que a morte os separe. (Cadu Barzotto)

Suas mãos desesperadas tateavam a escuridão que lhe parecia eterna, procurando um apoio. Seus olhos pareciam duas grandes janelas que mostravam o enorme terror que estava dentro do menino naquele momento. Ele caia rapidamente num buraco infinitamente negro e infinitamente longo. Sua boca se abriu e de lá ele deixou escapar um grito desesperado, esperando que alguém o ajudasse. Suas mãos procuravam galhos, pedras ou qualquer coisa que ele pudesse usar para se sustentar e escapar daquela queda mortal. Queria sentir uma mão agarrando a sua, fazendo-o ficar preso a ela pelo resto da vida. Uma mão de alguém que realmente se importasse com ele, que quisesse fazê-lo dele seu e, quando o momento chegasse, cairia junto com ele naquele infinito abismo tomado pela solidão. Nesse momento, o medo se dissiparia e ele poderia cair agarrado para o resto da eternidade naquele buraco hesitar por nenhum momento. Mas mão nenhuma o segurou, e sua mão vacilava em todo que ele tentava agarrar. Então, ele caiu para a eterna solidão. (Cadu Barzotto)

Suas mãos desesperadas tateavam a escuridão que lhe parecia eterna, procurando um apoio. Seus olhos pareciam duas grandes janelas que mostravam o enorme terror que estava dentro do menino naquele momento. Ele caia rapidamente num buraco infinitamente negro e infinitamente longo. Sua boca se abriu e de lá ele deixou escapar um grito desesperado, esperando que alguém o ajudasse. Suas mãos procuravam galhos, pedras ou qualquer coisa que ele pudesse usar para se sustentar e escapar daquela queda mortal. Queria sentir uma mão agarrando a sua, fazendo-o ficar preso a ela pelo resto da vida. Uma mão de alguém que realmente se importasse com ele, que quisesse fazê-lo dele seu e, quando o momento chegasse, cairia junto com ele naquele infinito abismo tomado pela solidão. Nesse momento, o medo se dissiparia e ele poderia cair agarrado para o resto da eternidade naquele buraco hesitar por nenhum momento. Mas mão nenhuma o segurou, e sua mão vacilava em todo que ele tentava agarrar. Então, ele caiu para a eterna solidão. (Cadu Barzotto)

filhadanoite: Olá. Adoro ler seus textos, estão definitivamente entre os mais doces que já li; como encontrou tantas pequenas estrelas nas árvores do sonho, e passou para as palavras?

Awn, obrigado! Meus textos não são nada demais, não, hehe. Eu não tô mas postando muito por que eu ando ocupado com o colégio (acaba sexta!) e eu ando estudando uma religião nova, hehe. Mas prometo que por causa do elogio, procurarei inspirarão, :)

Posted on Nov 22nd (9:28am), 6 months ago

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